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Coworking e home-office: o trabalho fora do escritório tradicional

Com as novas tecnologias, a rotina do mundo corporativo mudou. Por isso, a necessidade de produzir mais e com menor custo tem obrigado as empresas a repensarem os métodos de trabalho. E o que vem passando pelo maior número de mudanças é o ambiente de trabalho.

Utilizar escritórios tradicionais em horário comercial dia após dia vem perdendo espaço para novas modalidades. Neste novo cenário, muitas empresas passaram a oferecer a opção para que o trabalhador efetue parte ou totalmente a jornada em casa. De acordo com pesquisas recentes, 37,5% dos trabalhadores brasileiros fazem home-office em algum momento da jornada de trabalho.

Mas não é só o home-office que tem alterado a rotina das empresas, outra modalidade que tem crescido é o coworking. Segundo o Censo Coworking Brasil, o número de locais que possibilitam o aluguel de um espaço para trabalho compartilhado saltou de 238, em 2015, para 1.194 espaços conhecidos em todo o país este ano, sendo 465 só no estado de São Paulo. Porém, muito mais do que se preocupar com o local, é preciso analisar qual se encaixa em cada estilo.

Se o home-office se destaca por aproximar o trabalhador do aconchego da casa e da possibilidade de uma maior flexibilidade na carga horária, na diminuição do tempo de deslocamento entre a casa e o trabalho e no menor custo com a alimentação. A escolha pelo uso de local compartilhado possibilita a criação de um networking, diminuir os custos e estar bem localizado. Por lá, é possível interagir, trocar contatos e conhecimentos e aproveitar a infraestrutura existente. Mas, para criar um ambiente produtivo seja em casa ou em um coworking é preciso estar atento a alguns detalhes.

Para o home-office, cadeiras com formas mais orgânicas e menos sisudas são necessárias para atender as demanda do trabalho e da casa. Como exemplo, a Ayra, da F.Way, que consegue se adequar bem às duas necessidades. O designer Christoph Jenni desenvolveu uma peça em que o minimalismo se encontra em perfeita consonância com texturas e formas extremamente humanas. Com os elementos estruturais, a Ayra supera o desafio de combinar o sintético ao orgânico. Os pés são em alumínio e contam com junções fluidas e mecanismos perfeitos.

Outra peça importante é a mesa. Com a assinatura do designer espanhol Tomás Alonso, a mesa Offset, daMaxdesign, se destaca pela versatilidade. A mesa conta com uma fenda que separa as duas partes, o que permite instalar cabos, suportes para lâmpadas, separadores e vários outros acessórios. Desse modo, o que poderia ser mais uma mesa do dia a dia, se transforma em um espaço de trabalho que pode ser plenamente utilizado. Sem os acessórios no tampo, ela pode se ser uma mesa informal para jantares.

Já para o coworking, cadeiras e mesas mais tradicionais e ergonômicas são as mais indicadas. A Paker, da F.Way, conta com diversas possibilidade de ajustes que se adequam a qualquer tipo de funcionalidade sem deixar de lado o minimalismo. A peça conta com sistema de apoio lombar no encosto que se ajusta ao movimento do usuário. O apoio para os braços contam com uma tecnologia “4D”, que permite um ajuste completo. Já o corpo se encaixa no assento, de forma que permite movimentar para frente, adequando-se à necessidade e ao maior conforto do usuário. O produto conta ainda com uma espuma de alta resiliência em poliuretano que garante maior estabilidade.

Para trazer a elegância do design para o ambiente corporativo, o designer mineiro Lucca Kazan conseguiu criar na mesa Ki, da F.Way, uma sensação de conforto tátil e estético no ambiente de trabalho. Com um sistema de plataformas, a peça se integra às necessidades práticas de modulação e passagem de fios. Da textura do tampo de madeira à complexa tecnologia por trás dos pés palitos estáveis, cada detalhe é pensado para criar um design atemporal que eleve o espaço de trabalho a um novo patamar de conforto e estética.