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Mercado pet: 3º maior do mundo, Brasil aposta em tendência “ecofriendly”

O mercado pet no Brasil não para de crescer. Mesmo em meio à crise financeira dos últimos anos, o país é um dos maiores do mundo no setor, com faturamento de R$ 34 bilhões/ano e crescimento de 6,9% nos últimos dois anos. 

O país ocupa o terceiro lugar em faturamento no mapa global, atrás apenas de Estados Unidos e Reino Unido. Nesse cenário, 26 milhões de lares brasileiros têm cão ou gato. 

Os números se devem, em parte, à densidade demográfica brasileira, mas também a uma mudança de estilo de vida global. Com o aumento da população de pessoas que moram sozinhas e famílias tendo filhos cada vez mais tarde, os pets se tornaram uma opção de companhia.

Uma pesquisa da Nielsen mostra que 64% dos lares brasileiros com animais não têm crianças até 11 anos. “A preocupação com o bem-estar do animal aquece o mercado e faz surgir serviços e produtos de melhor qualidade”, diz Fernando Fernandes, Diretor de Vendas e Marketing da Eco Cane Cat Litter™, marca de granulado higiênico para gatos que estreou esse ano, com proposta sustentável.  

Produzido com apenas dois ingredientes – bagaço de cana de açúcar e resíduo de mandioca –o produto foi desenvolvido no Brasil e utiliza matérias-primas 100% naturais e biodegradáveis. Até mesmo as embalagens são feitas de polietileno verde, que leva o logo “I’m green™”, à base de cana de açúcar, uma matéria-prima renovável, que auxilia na redução da emissão dos gases causadores do efeito estufa. 

O controle de odor é um dos atributos mais relevantes entre as características inovadoras do produto, que registra um índice de absorção de 800% (significa que absorve oito vezes o próprio peso), enquanto as marcas comuns registram entre 150% – 500% de absorção. “Além das opções tradicionais, o mercado se abre para um público mais exigente, que se preocupa não apenas em oferecer o melhor para o pet, mas também em preservar o meio ambiente”, diz Fernandes.