Educação

Mitos e verdades sobre morar em uma residência estudantil

Atualmente o Brasil possui diversas opções de moradias compartilhadas para os jovens que desejam sair de casa para estudar. A alternativa mais popular ainda são as tradicionais repúblicas, presentes em todo país, principalmente em cidades do interior, que pregam a vida comunitária, em um espaço de liberdade.

Programas criados pelo governo como Prouni (Programa Universidade Para Todos) e Sisu (Sistema de Seleção Unificada), também são incentivos para o ingresso em faculdades públicas e particulares. De olho nessa oportunidade de negócio, a Uliving trouxe o conceito de residência estudantil, popular em países da Europa e Estados Unidos, com o objetivo de oferecer uma experiência de moradia completa e estruturada para o público brasileiro.

Como o conceito de compartilhamento é recente localmente, ainda podem existir algumas dúvidas sobre esse novo tipo de habitação. Pensando nisso, Juliano Antunes, CEO da Uliving, elencou alguns mitos e verdades sobre o tema.

Dificilmente você conseguirá um local tranquilo para estudar

Mito. É uma nova obrigação do jovem se organizar para ter um espaço apropriado para focar nos estudos. Nas residências estudantis, é possível ter acesso a ambientes de convivência e, entre eles, sala de estudos para que morador tenha uma opção quando quiser se concentrar.  

É uma experiência de vida

Verdade. Além de assumir novas responsabilidades, conviver diariamente com pessoas de realidades totalmente diferentes, provenientes de outras cidades ou até de países, pode enriquecer muito essa experiência, comparável até mesmo com um intercâmbio.

Só podem ingressar em uma moradia compartilhada aqueles que vieram de outras cidades

Mito. Muitos estudantes mudam de bairro para ficarem mais perto da faculdade. Núbia Nascimento, 35 anos, moradora da Uliving conta: “Moro no Capão Redondo e perdia em torno de três horas por dia no trânsito, ficando apenas quatro horas por dia em casa, depois da faculdade. O cansaço para realizar minhas atividades me fez buscar um outro lugar para morar, o que não foi uma decisão fácil, já que tenho uma filha e pais idosos. Mudei para a unidade do centro e meu rendimento e saúde tiveram uma melhora significativa com essa mudança de rotina”.

Usou, lavou

Verdade. Em todos os lugares, o que prevalece é a lei do bom senso. Tanto as repúblicas estudantis, como as residências – que são moradias compartilhadas –  é importante respeitar o espaço do outro, mantendo o local sempre limpo e organizado.