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Dia dos namorados: sinônimo de planejamento familiar e reprodutivo

O dia dos namorados está aí. Muita gente celebrando a união de anos ou o início de uma relação. Essa data existe no mundo todo, independentemente do dia, ela traz um sentido de afirmação do amor. Quando começamos um namoro, iniciamos, ainda que inconscientemente, um planejamento futuro com o companheiro (a). Dentre esses planos estão viajar, construção da vida financeira e os preparativos para uma segunda etapa. Um casal tem muito o que desfrutar até o momento de constituir a sua própria família.  

Atualmente, a mulherada no Brasil vem atrasando o momento de ser mãe, muitas delas nem se atentam ao tic tac do organismo, que não acompanha a velocidade das mudanças de comportamento de uma sociedade. Muitas jovens adultas, desconhecem os avanços da ciência que permitem congelar os efeitos deletérios deste reloginho na função reprodutiva feminina. A criopreservação de óvulos é uma delas. Essa técnica permite que mulheres preservem a sua fertilidade e sigam adiante tranquilamente.

Os motivos que têm levado as mulheres a congelar seus óvulos são inúmeros e um dos mais latentes, segundo estudo realizado pela Sociedade Europeia de Reprodução Assistida, em 2018, é a espera do parceiro (a) ideal. Essa queixa é recorrente dentro dos consultórios médicos.

Aqui na W.IN esse é um dos motivos frequentes. E acredito que seja um movimento natural, à medida que a mulher conquista seu espaço na sociedade, maiores são as exigências na busca pelo parceiro ideal. Fato é, que de alguns anos para cá, a criopreservação por motivo social cresceu, mas o desejo de ser mãe num futuro próximo não diminuiu,” revela Dr. Emerson Barchi Cordts – diretor clinico na W.IN, ginecologista e doutor em Medicina Reprodutiva pela FMABC.

Dr. Emerson Barchi Cordts, diretor clínico da W.IN e Ivan Yoshida, diretor laboratorial da W.IN

A técnica de congelamento de óvulos é a mais recomendada atualmente. É um tratamento relativamente simples, rápido e eficiente. “A Vitrificação em nitrogênio líquido, à temperatura de 196ºC negativos, preserva a qualidade dos óvulos por muitos anos. A mulher terá tempo suficiente para encontrar seu parceiro e decidir pelo momento de ser mãe quando se sentir preparada, ou também, pode optar por uma maternidade solo”, diz Ivan Yoshida, diretor laboratorial na clínica W.IN, embriologista e mestre em genética reprodutiva pela FMABC.

É importante que a mulher tome essa decisão o quanto antes, porque existe um envelhecimento natural dos óvulos, que progressivamente perdem a sua qualidade após os 35 anos de idade, e é importante estar atenta a esse fato,” completamente Emerson.

SOBRE A W.IN

A W.IN é a primeira clínica do Brasil de criopreservação de óvulos com foco na mulher independente, profissional, aventureira e acima de tudo planejada. “Nosso negócio surgiu da necessidade em atender a essas mulheres fortes, que desejam se sentir seguras e confortáveis com essa decisão. Com isso, a W.IN possui em sua cultura e estampado em seu ambiente conceitos embasados na Medicina Concierge, de proximidade, acolhimento e entendimento do momento de cada paciente”, completa Ivan.

Um novo espaço para um novo conceito da criopreservação de óvulos.  A ideia do novo negócio foi inspirada num modelo inglês, onde esses espaços não têm cara de clínica, mas sim de lar e aconchego. A nova proposta também apresenta a possiblidade de convenio com empresas, que apoiam essa decisão de suas colaboradoras e podem oferecer esse benefício – prática tendencia no exterior, principalmente nos EUA.

A paciente que deseja congelar óvulos é uma mulher decidida, bem-sucedida, que exerce o seu “empoderamento” feminino adiando os planos de gestação para um momento oportuno que lhe convenha. Então, a ideia é um espaço dinâmico e descontraído”, finaliza Emerson sócio da W.IN.

Saiba mais em: @clinicaw.in e www.clinicawin.com.br